terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Pense positivo, pense viagens!


Na teoria, todos, ou quase todos, conhecem a importância de chamado pensamento positivo. Já que o ser humano foi feito “a imagem e semelhança do Deus”, e a principal característica do Deus é exatamente o seu poder criador, então também temos alguma capacidade de conceber e criar as realidades deste mundo material, intencionalmente ou não. E mais freqüentemente usamos esta dádiva sem querer e no sentido contrário aos nossos interesses. Por que contrário?

Como muito bem sabemos, “no início era o Verbo...”, ou seja, pensamento. E nossos pensamentos sempre têm potencial de materialização, com ou sem a nossa participação física deste processo. O mundo exterior se apresenta a nós conforme a imagem do mesmo que estamos criando na nossa mente. É algo parecido com espelho, mas que cujo reflexo pode demorar, alias, praticamente só em sonhos funciona imediatamente. Chamaremos isso de “espelho viscoso”. Mas enfim, tudo acontece de acordo com as imagens criadas mentalmente, desejadas ou não. O Universo de fato conspira em nosso favor, e tenta realizar aquilo que imaginamos, com menores danos possíveis para nós e para outros. Levando em consideração, é claro, que pensamentos dos nossos próximos (queridos, ou não) também participam na formação da realidade que envolve o nosso círculo todo.

Ocorre que pensamentos negativos possuem certa facilidade de acesso ao raciocínio, já que precisamos cuidar da segurança, nossa e dos entes queridos... Mas para “espelho” não importa queremos ou não que seja materializado aquilo que criamos mentalmente, basta receber uma imagem transmitida pela nossa mente, e processo de materialização já começa. Portanto, o lema de “pensamento positivo” não é apenas uma teoria bonita, é a chave que abre para nós um mundo melhor, “traz sorte”, como às vezes falam observadores do efeito desta prática.

Entretanto, não é fácil cumprir este mandamento. Precisamos fazer um esforço constante, exercitar mesmo a preferência pelas linhas positivas de pensamento. E uma das melhores formas de tal exercício é planejar e realizar as nossas viagens. Uma vez tomada decisão de empreender uma viagem, a mente se concentra na visualização de alguns cenários da sua realização. Começando com um estudo prévio de viabilidade do roteiro: dias previstos para cada dos seus pontos principais e para deslocamentos, existência e freqüência de conexões necessárias, planos de contingência, caso aconteça algum atraso no caminho, etc. Depois seguimos para detalhamento do plano principal, escolhendo melhores opções de logística e de pernoite. Sem esquecermos os motivos principais da aventura, já que justamente ao visualizar esperados encontros com pessoas e com lugares que atraem, estamos gerando sinais positivos mais intensos ao “Universo que conspira em nosso favor”.

Nestes processos mentais não ignoramos perigos variados que possam nós aguardar no caminho. Mas cuidamos disso de maneira positiva, simplesmente exemplar, que deve ser mantida em outras circunstâncias também. Ou seja, não imaginamos nosso fracasso frente a algum obstáculo, e sim, a forma de passá-lo. No plano físico também agimos com determinação e sem desespero: providenciamos documentação necessária, vacinas, acessórios etc., sem qualquer envolvimento emocional com possibilidade de conseqüências difíceis ou até mesmo trágicas, caso falte alguma provisão essencial. Assim programamos que tudo corra bem, e o espelho viscoso deste mundo material tende a refletir esta onda sem distorções.

É claro que com peregrinos também às vezes acontecem desastres, como acidentes, doenças, ataques dos criminosos e outros, que possam impedir a continuidade da viagem, ou até levar a morte. Mas tudo isso pode ocorrer e com aqueles que continuam em casa, e muitos sabem que, na média, justamente viajantes estão menos sujeitos a esses problemas. Apesar de que eles obviamente se expõem mais aos diversos perigos, passando por lugares desconhecidos, aumentando seus contatos com pessoas estranhas, experimentando bruscas mudanças climáticas e de fuso horário...

Embora, em períodos de relativa tranqüilidade estas mesmas pessoas ficam mais vulneráveis, o que tentam explicar as expressões como “baixou o guarda” ou “ressaca de adrenalina”. Mas a causa principal é a mudança no nosso modo de pensar, de encarar a realidade. Este modo nos períodos de estabilidade tende a ser mais passivo. Estamos mais focados em como evitar eventos indesejáveis, o que deixa pouco espaço para visualizações positivas bem elaboradas. Uma vez evocados, esses eventos indesejáveis se tornam eventos programados, e haverá mais probabilidade que aconteçam, em comparação com aquilo que realmente desejamos, mas deixamos de visualizar.

Este círculo vicioso pode ser rompido, caso mantermos foco em assuntos positivos e atraentes mesmo quando estamos mais estáticos. Falando em viagens, isto significa que precisamos reviver os melhores momentos das mesmas, várias vezes depois de encerramento. E logo passar para escolha de novos alvos, caso esta definição ainda não foi feita. Depois para detalhamento dos novos planos, o que assegura que nossa pratica de visualização positiva não sofra interrupções. E o espelho viscoso do mundo material continuará refletindo para nós e para outros estas energias benéficas.

Esta é a fonte inspiração para criar mais um recurso da internet que ajude às pessoas de pensar mais nas coisas boas e melhorar assim o nosso mundo. Começando com os próprios autores das postagens, cujos esforços mentais e físicos com foco positivo trarão suas recompensas para eles e para outros.

Atualizado 06.01.2013



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